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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Inconstância.

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E Antes que eu me esqueça.
EU vou mudar o layout dessa porcaria. Sem graça. E sem utilidade depois da 1º Fase da UFC.
Cansei desse. Ahh, mudo muiito. u_u
Mais um exemplo de bipolaridade. Sou inconstante pra caramba. Mudo meu wallpaper direto.


PS:¹ A gelatina vai continuar roxa. 
PS:² E esse post não interessa nada. Pule-o. 

30 minutes... for Somebody!

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Geralmente eu penso antes, pelo menos, sobre o assunto que eu vou escrever no blog. 
Não que eu prepare o texto, mas penso ao menos sobre o que vou falar. Exemplo:"Vou escrever sobre minha decepção", faço a gelatina depois eu coloco pra escrever. E vai fluindo. Vai saindo da minha cabeça e vou escrevendo. Tô me sentindo, digamos, meio só. Abandonado. Tive uma conversa com a "Jellyfish" Azul. Sobre abandono. Interessante que... Droga, esqueci o que ia falar. Maldito MSN. 
Bom. Tô cansado. Tô com dor no corpo todo. Tô estressado. Tô com vontade de ficar só e não, ao mesmo tempo. Ah. Lembrei. Interessante que *maldito MSN piscando na hora que eu lembro* nós conversavamos sobre abandono. E EU é que tava escutando o que ela tinha a me dizer quanto a isso. Só que hoje eu perguntei a ela como ela estava, e ela me disse que bem. Então a conversa surtiu efeito positivo para ela e negativo para mim. 
Eu tô me sentindo abandonado pra caramba. Parece que quando eu tô muito próximo de uma pessoa, amizade, essa pessoa vai embora depois de um tempo pra ser feliz longe de mim. Isso já aconteceu taaaantas vezes. Só que funciona da seguinte maneira. A pessoa não deixa de ser um grande amigo. Mas, poxa, quase sempre, ou ela vai pra longe, ou ela arruma um namoro. Não que tenha algum problema em arranjar um namoro. Mas sabe como é. Eu sempre fico de vela. E isso não é muito legal. E também sinto a falta de atenção que isso acarreta. Claro que era óbvio que isso acontece. Afinal a namorada(o) se torna mais importante que eu. Tô sendo egoísta em pensar só em mim. Eu sei que a outra pessoa tá feliz. E isso me deixa feliz. Mas não evita que eu me sinta sozinho. Eu tento mostrar que tá tudo bem, mas não tá tão bem assim. O problema é que pra cada pessoa que eu me aproximo bastante, acontece sempre uma das duas coisas. Geralmente a segunda. E eu fico abandonado. Ok. Abandonado é uma palavra um pouco forte. Mas é o que acontece. E você deve ta se perguntando: "Por que ele num arranja um namoro e deixa a outra pessoa ser feliz". Porquê Eu não estou na seca pra ir saindo atrás de ninguém. Um pouco em abstinência talvez. Porquê eu acho que isso não vai mudar muito o que eu tô sentindo. E não é tão fácil pra mim, se é que alguém vai me entender. Porra. Acho que tudo isso é tensão. Mas a verdade é essa. Acho que a única pessoa que tá perto de mim, atualmente, sempre, mesmo estando namorando, é a "jellyfish" amarela. Novamente elas aqui. Azul e Amarela. Depois de um post exclusivo. Novamente. 

Então é isso. Eu reclamando da vida de mão cheia. Reclamando de quem tá sempre ao meu lado, mas não como eu quero. Reclamando porque eu não tenho o computador que eu quero, apesar do meu ser muiiito bom mesmo. Reclamando porque eu não nasci com o olho verde do meu pai. Meu pai... Devia tê-lo aproveitado mais. Mas o tempo passou. Agora não tem volta. Amanhã vai fazer 5 meses que ele se foi. Espero que pra um lugar melhor. Que eu nem sei se acredito em Céu, Inferno. Religião. 

Mas acho que eu devia mesmo era arranjar um namoro e deixar os outros serem felizes. Droga. E vou logo pedindo desculpas as pessoas que se sentiram incluídas no "me abandonaram". Abandonar nesse sentido. Quer apenas dizer:"Se afastou um pouco". Odeio me sentir sozinho, mas odeio me sentir sufocado. Odeio pregação em namoro. Odeio ficar 10 segundos longe de quem eu gosto. Eu sou meio bipolar, eu acho. 
Vai tudo pra puta que pariu.





Não que eu faria isso. Mas me lembrei que é como as vezes eu me sinto:
t.A.T.u. - 30 minutes


quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Dois lados...

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Esse post não é sobre mim. Por isso não leva a gelatina. Na verdade são sobre duas pessoas próximas a mim. Duas pessoas muito importantes, que por alguns motivos, estão tão distantes, mas tão pertos. Se gostam tanto, mas não se ajudam a gostarem mutuamente. 

Uma é Loira. A outra Morena; Uma é Azul. A outra Amarela; Uma tem o olho verde. A outra tem o olho castanho; Uma é um pouco tímida para falar em público. A outra rasga logo; Uma prefere  músicas internacionais. A outra prefere Rock Nacional; Uma acha que todo mundo está com raiva dela. A outra parece que ta com raiva de todo mundo; Uma tem o cabelo liso. A outra tem o cabelo cacheado; Uma tenta sempre unir. A outra espera que as pessoas venham; Uma é filha única. A outra tem irmã; Uma não faz grandes amigos tão rápido. A outra tem facilidade em fazer grandes amigo; Uma acha que a outra não liga pra ela. A outra acha que uma não liga pra ela; Uma se importa demais com a outra. A outra se importa demais com uma; Uma não interpreta bem. A outra não se expressa bem. Uma acha que a outra a abandonou por causa dos novos amigos. A outra acha que uma a abandonou por causa do namoro;

Duas pessoas tão diferentes. Que brigam tanto. Que sempre discutem. Que quase nunca possuem a mesma opinião. Mas que se completam. Uma amizade apenas. Fico muito triste.
 Mal. =( . Angustiado. E sinônimos em vê-las assim. Acho que uma simples conversa poderia ter resolvido tudo. Mas acho que elas não conseguem nem conversar sem brigar. Queria pedir desculpa as duas por tentar me meter num assunto que não me envolve. Não consigo ver duas pessoas com uma amizade que tem nessa situação. Só espero que isto passe logo. E elas logo se resolvam. Não que estejam sem se falar, mas está um clima chato entre as duas. Isso não é legal de se ver. Pior ainda, pra quem se mete, quando se é amigo das duas. Uma sempre acha que eu tô defendendo a outra. Mas não é verdade. Eu não tô defendendo ninguém. Eu só queria que elas soubessem que a amizade e a preocupação que elas sentem, é recíproca. Talvez uma não consiga demonstrar pra outra, que é importante. que se importa. Talvez uma não consiga esconder o que sente e por isso fica 
triste mesmo. Talvez a outra seja durona e queira mostrar que é forte, e que no fundo sofre pra caramba com o próprio orgulho. Sei que eu posso estar totalmente equivocado sobre minha posição sobre o assunto. Mas é minha opinião. Que pelo menos se uma delas chegar a ler, saiba que a amizade entre vocês é mais importante que qualquer outra coisa que possa acabar com esse vínculo. Não serão outros vínculos que acabaram com os antigos. Nem laços de amor que as afastarão.  Só precisam aprender que uma precisa da outra. E evitar que coisas fúteis acabe com essa ligação. Peço a vocês que caso aconteça algo que não agrade uma das duas, tentem conversar. Se não adiantar... Apenas se abracem e digam que o quanto são importantes pra cada uma. E apenas relevem o acontecido. O mundo seria tão mais interessante se cada pessoa relevasse coisas que a magoasse e perdoasse erros cometidos pelas pessoas que ama. Quando falo erros, exclui traição na amizade, pra mim isso não tem perdão. Então tecnicamente é isso.

Vocês duas... Post dedicado a vocês. E não pensem que não são importantes pra mim, porque são.


Gram - Você Pode Ir Na Janela


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Foda-se

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Nunca percebi o quanto eu uso essa palavra. Foda-se.
Lembro-me que quando eu era pivete, eu não gostava de falar palavrão, achava feio, e retardado quem falava. Até que quando cheguei ao "mundo adulto", percebi que o uso de palavrão se torna essencial. Às vezes por necessidade, às vezes por pura gíria. Mas Foda-se é a palavra para se usar em toda hora. Tem um certo acontecimento nessa semana que eu achava que ia morrer quando acontecesse. Não era pra eu ficar assim. Mas eu fico. Pessoa do Contra. Até descobrir a magia que a palavra Foda-se adquire ao assunto. Eu pensei que eu iria morrer de chorar. Sim, eu choro apesar de homem, choro pra caramba. Seco minhas glândulas lacrimais de tanto chorar, por motivos necessários, claro, mas também por motivos fúteis, na maioria das vezes. Só que ultimamente tenho parado de chorar. Então. Eu pensei que ia morrer de chorar. Mas para minha surpresa, e depois de mil patadas. Descobri que... Foda-se... Eu não tô mais nem aí. Foda-se o que aconteceu. Foda-se se eu não passar no vestibular. Foda-se quem não gosta do que escrevo.

A questão é: Descobri que posso ser feliz, sem ter minha vida girando em função de uma pessoa. Por mais que eu a AME. Seja morto e louco de apaixonado. Seja quase tudo para mim. Percebi que eu valho mais que isso. Então Foda-se. Dói, mas não sofro mais. Se essa é a decisão dela. Foda-se ela e todo o resto. Eu tenho pessoas que me amam. Tenho minha mãe. Tenho o que eu acho que seja necessário para eu viver bem (Agradeço a Katia do Blog "O fantástico mundo de Katia Flavia", pois um dos post dela, me fez perceber isso mais ainda). E por mais que eu não tenha o que eu mais quero, eu ainda assim quero ser feliz.  Foda-se, ela, com sua decisão. Foda-se com seus princípios. Foda-se pelos seus medos e angústias. Meu tempo esgotou. Então Foda-se. Porque agora quem não quer saber mais de nada sou eu. Foda-se as tentativas de brincar com meus sentimentos. Criei uma barreira. Foda-se tudo que ela representa pra mim. Agora eu digo. Acabou essa minha angústia. Eu NÃO quero mais. Então eu não vou ter mais! Ainda vou amar? Sim, ainda vou continuar amando, muito, não sei até quando. Mas Foda-se. Cansei. E não estou revoltado. Estou apenas expressando minha felicidade de um modo diferente. Um murro era tudo o que eu queria dar. Mas não posso. Foda-se, então.

Muitas pessoas vão ficar feliz em saber disso. Outra, no singular mesmo, talvez não fique tão feliz. Foda-se. Será apenas porque perdeu seu brinquedinho. Perdeu sua diversão, de fazer sofrer. De fazer EU correr quem nem um Babaca. Estar, sempre, esperando. Ter aquela minha cara de idiota, para rir, toda vez que está na minha frente. Ou esperar eu mandar aquela sigla, clichê, tosca e horrível, mas "falling in love", NEOQEAV. Foda-se. Como eu já disse. Eu valho mais do que isso. Então adeus brinquedinho. E Foda-se. Quanto a amizade? Quem sabe. Mas EU não vou atrás. E Foda-se se ela não vier. Uma hora, um dia, um ano, em seu tempo, ela saberá o que perdeu. Perceberá que estava errada o tempo todo. Se arrependerá e voltará atrás. E quanto a mim? Vou me tremer nas bases, total. Vou ficar totalmente balançado. Mas tenho que cumprir o que eu quero. Então Foda-se ela. Mas será tarde. Bem tarde. Nossa, Já É tarde. Então Foda-se ela a partir do momento que ela descobrir que quer voltar atrás. Porque eu, acho, que não vou. Então Foda-se.

Eu disse que o blog ia acabar virando uma consulta ao Psicanalista. 

E como diria a Rita Lee, no ceará Music:
"Foda-se a japa."

Rita Lee - Mutante
Rita Lee - Mutante

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Espelhos

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Espelhos.

            Olho-me no espelho, a descrição soberba do eu. Detalhes cheios de detalhes, brilho e sombra, a expressão típica de uma ótima vida. Mas isso não é o importante. Quebro o espelho. Sangue. O fim de uma máscara. Sangue. O que vejo são pedaços de uma mente deslocada.

            Papel. Preciso de problemas. Necessito, urgentemente, de algo que possa esconder-me da vida. Encharcado. Às vezes penso. Às vezes apenas vivo. Mas procuro entender a necessidade de um sentimento. Papel. Rostos olham para mim, criticando-me, deprecia-me. Qual deles eu sou? Apenas pedaços de mente deslocada Problemas? Depressões? Alegrias? Tudo não passa de fuga da realidade. Estancou. Máscara escolhida. Novos problemas, antigas angústias. Pedaços de uma mente renovada. Renovada. Nova. Nova? O que é nova?  O que é novo, é breve. Uma hemorragia é breve? Breve se diz o que passa rápido. Meu corpo passa rápido. Meu corpo é breve, logo passa. Mente insana. Pára no tempo. Estancada? Talvez. Apenas máscaras. Antigas angústias. Breves problemas são apenas, mais papel, para esconder antigas angústias, mais sangue. Remédio. Nunca estancará.

            Apenas pedaços de uma mente deslocada. Corte breve, logo passa. Corte profundo, estanca no tempo.

Rafael Guimarães
20/10/08

Um conto. Bem no estilo clariciano. ;D
E estou na minha semana de música internacional. u.u
Combina bem com o momento. ^^\/

Limp Bizkit - Behind Blue Eyes


UPDATE: E eu prefiro 300 vezes a versão do limp bizkit do que a original. E foda-se quem pensar o contrário. 

sábado, 15 de novembro de 2008

Why

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Why...

 

- Why me?
- I wanted to know because
- Why you like me?
- I don’t know...
- Why it didn’t say before?
- Cuz I’m stupid… I felt fear
- I don’t understand… What you search?
- The happiness.
- Why with me?
- Cuz I love you, this is very simple…
- But… It is wrong; you are my only friend...
- How dare you say I go about the things in the wrong way?
- We are friends...
- I need to be loved…
- I like of you as well as like of another friend
- Shit! I believe in my heart, and then I go follow my feelings
- Why you believe that we can give certain?
- Cuz we are free in the love
- But..
- Just try
- To try?
- Yes

(kissing)
- I love you... I think
- No! It’s true
- Maybe...
- Shut up... Just love me
- I’m so confused
- So only kiss me...


Ok. Isso não é um conto.

o___o

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Num achei descrição melhor pro título.  O___O
Definitivamente é isso.
Vestibular amanhã. Eu não sei porra nenhuma de física. Não tô nem um pouco preocupado, pois se estivesse estaria estudando. u.u
E tô aqui escrevendo. ARGH @_@
Ahh se eu tivesse a mesma sorte e fechasse fisica igual no simulado i__i.
Mas num passo nem a pau. =( 
Droga! Preciso fazer malditas 33(no mínim) questões pra passar o___________________________o'


E hoje não tem imagem da Gelatina. A bichinha, tsc, Morro de Pena. Tem que descansar.


Cara, ser pobre é a pior desgraça. Tá tendo aqui em Fortaleza a Bienal do Livro. Fui lá hoje. Eu queria comprar 35 mil livros. i__i. Mas sai de casa com 8 reais e gastei no almoço. u_u
Eu poderia ter guardado pra comprar livro(dariam tantos ¬¬), mas lembrei que meu estômago não digere celulose. ;D
Já disse que faço vestibular amanhã? E eu nem uso corretor nos meus post's U__U 

E eu não sei mais o que escrever aqui. Cara, depois do vestibular eu PROMETO que eu vou dar um rumo nisso daqui. u.u
E eu não quero mais falar de vestibular. Afinal eu tenho que mostrar que não estou nervoso, mas no fundo eu acho que eu tô, ao menos, um pouco preocupado.
E não sei o que dizer pra vocês, alguma interatividade. Ou sei lá. 

Para ler, escutando... Nelly Furtado - Try

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Guara Mix

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Cara... Esse troço é meio fraco. Mas me deixa ligadão. incrivelmente AINDA não estou com sono em plena 22.35 da madrugada. :D
Já tomei duas garrafas hoje. 
Pior que o gosto desse energético é, digamos, uma mistura do gosto de chiclete com um gosto de refrigerante sem gás. Sei lá, eu gostei. Comprem. Se não deixar acordado, comprem ao menos pra beber.
3.50 nas lojas de conveniência dos postos de combustíveis. É guaraná + açaí + ginseng. ;D

Argh @_@
Eu tô ficando Maluco já. O trabalho que eu tô tendo essa semana pra terminar o DVD da sala. ¬¬' nam... Montar um DVD multimidia em que trabalho sozinho não é fácil. Mas eu gosto. Acho que sou muito é corno, por gostar de um trabalho que utiliza a tecnica do esclavagismo (bando de comensais), me deixa nervoso, estressado, com raiva, mau-humor, dor de cabeça e coisas do gênero. Mas quando eu termino, eu sinto uma gratificação imensa *_*
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas... o problema não está aí. Acontece que eu vou fazer uma prova de vestibular domingo. Estadual. Não sei de pacas nenhuma. E num tô nem preocupado ¬¬'. E se eu não passar vai virar inferno aqui em casa. :D

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas.. é isso. :D

E aqui um vídeo das meninas da música que eu mais amo. *-*
*passar a madrugada montando o DVD e ouvindo t.A.T.u.
Novo single delas *________*
PERFEITAS: *baba*

t.A.T.u. - Beliy Plaschik


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Visões, Ozônio.

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Cara, isso já ta no meu computador há 3 anos. A história original não se compara em nada com a atual. Talvez, apenas, o nome da antagonista que continua o mesmo. Já possuo até o capítulo 6. É bem extensa. Interessante que já tenho pronto na cabeça há meses, mas não escrevo. Tenho medo de esquecer. Algumas pessoas que já leram, acharam bem interessante, mas preciso de uma segunda opinião. Uma opinião sincera e de preferência de alguém que eu não conheça. Queria saber sobre a maneira de escrever, se não está uma leitura cansativa, se não está muito confusa, e coisas do tipo. :D Se quiser uma sinopse, perdão. Mas EU não consigo fazer uma sinopse da minha própria criação.


~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

Cap. 00

Cassus.

           

            As pessoas acreditam que se pudéssemos ver o futuro evitaríamos muitas coisas, poderíamos ser mais felizes. A idéia de prever o futuro vem desde os tempos antigos, talvez da época em que gatos eram considerados sagrados e você ainda não tinha atum em lata. Povos antigos acreditavam poder ver o futuro, mas no máximo conseguiam prever a próxima chuva que acabaria com a plantação. Talvez olhar para as estrelas e prever os dias seguintes seja tão eficiente quanto colocar o dedo na tomada por instinto de sobrevivência.

            Sonhos também podem revelar o futuro. Dependendo do sonho, você pode sonhar com sua vizinha feia fazendo um “strip”. Nem por isso se tornaria realidade. O que ocorre é que muitos tentam provar esse dom (ou carma?). Talvez seja verdade, talvez não, mas e se realmente pudéssemos ver o tal futuro que nos espera? Talvez você se sentisse mais aliviado sabendo que iria morrer de forma violenta e dolorosa, não?

            A principal questão é: E se pudéssemos ver adiante, poderíamos evitá-lo? Ou a vida é um destino traçado que é escrito assim como você nasce? Poderíamos comparar a vida também como uma areia da beira do mar, algo é escrito e de acordo com as atitudes tomadas, pode vir uma onda e apagar aquele tal destino.

            Podemos também comparar o futuro com uma montanha russa, subidas e descidas. Tudo bem que isso não tem muito a ver, mas podemos dizer que toda subida que você realizar agora, mas à frente terá a queda. Isso pode ser apenas a aceleração da gravidade que atua em nossos corpos, mas a verdade é que tem um pouco de fundamento, diferente das épocas das latinhas de atum, que se acreditava poder ver o futuro em estrelas, búzios, mãos, cartas (será que ainda acreditam nisso?).

            A questão mais convincente é a dos sonhos, que pode ser explicado como uma espécie de “dejavu”, algo que está acontecendo no momento e você jura ter vivido antes, sendo a mesma possibilidade de você ver uma água-viva andando no meio do asfalto. A explicação sobre essa tal “loucura” humana é que sua memória armazena informações e ora elas podem ser confundidas e trocadas, dando a impressão de já visto, que se não me falha a memória é justamente a tradução ao pé da letra da expressão francesa. A resposta pra isso está no cérebro, um órgão relativamente interessante. Alguns cachorros chegam a 80 de QI! Nossa... algumas pessoas que eu conheço perdem é feio nesses testes.

    A questão da possibilidade de uma visão totalmente bem sucedida é mínima. Talvez tenha alguma coisa a ver com mutações genética, ou energias “positivas” e “negativas”, ou mesmo uma seleção natural. Na verdade isso está mais pra uma seleção “não-natural”.

 


 

Cap. 01

Primoris Contactus.

 

 

             EM ALGUM LUGAR DO PASSADO, mais precisamente no vilarejo de Silves localizado no distrito de Faro situado em Portugal, Marle está na margem do rio Arade.

Silves foi, há algumas décadas, conquistada dos muçulmanos pelo império português e logo se tornou a capital da região de Algarve. O rio Arade que passa vizinho a cidade é uma importante rota de comércio do estado.

Sem nada de mais interessante para fazer, Marle fica em pé olhando para o rio vendo seu reflexo, garota jovem, cabelos castanhos compridos, lisos e macios, olhos azuis com ao redor da pupila cor de mel, lembrando um sol em um céu limpo, pele branca comum às portuguesas, estatura relativamente alta principalmente comparada a de suas conterrâneas do século XIV. Sua face na água, um pouco distorcida por causa da correnteza, revela um traço marcante no rosto, não de alguém com coragem, mas sim de alguém no qual se preocupa com o próximo e que faria de tudo para protegê-lo. Ela quase todos os dias vem à esse mesmo local a beira do rio para poder refletir, e neste exato momento está longe, pensando em algo que há muito tempo não sai da sua cabeça. Sua reflexão é interrompida por Guido, chamando pelo seu nome.

            ‘Marle...’- Ele é um rapaz que aparenta ter a mesma idade dela, possui cabelos castanhos claro um pouco grandes fazendo uma franja até um pouco abaixo da sobrancelha, seus olhos são bem escuros, mas brilhantes, pele morena, percebia-se logo que ele não é natural daquela região. Seu corpo não é nem musculoso, muito menos gordo, possui uma anatomia ótima para velocidade. Sua expressão transmitia um ar sério, senão, mal-humorado.

            ‘Guido! Aconteceu algo? Você está com uma expressão séria... Está bem, você sempre está sério, mas dessa vez está diferente...’ – Marle vira o rosto em direção a ele.

            ‘Acontece que eu não consigo achar a Aya, já procurei em todos os locais.’ – Guido vira seu rosto olhando em volta.

            ‘Bom, Guido, o vilarejo não é grande, mas você veio de outra região, ainda não deve está familiarizado com o local. E porque você quer tanto achar a Aya?’ – Ela se aproxima de Guido tentando fazê-lo concentrar-se em suas palavras.

            ‘Estava a caminhar, quando escutei alguns a dizer que uma pessoa está presa por roubo na propriedade do castelo.’ – Guido olha diretamente nos olhos dela.

            ‘E você acha que foi a Aya quem cometeu este roubo?’

            ‘Quem mais roubaria melancias?’

‘Meu Deus... Guido, nós vamos até o calabouço, temos que tirá-la de lá’ – Marle sai correndo em direção ao centro da cidade, puxando Guido pelo braço.

            Os dois saem correndo pelas ruas da cidade, esbarrando em algumas pessoas no caminho. Logo, eles chegam à entrada do castelo localizado no norte da cidade. Eles entram e Marle se aproxima do guarda responsável.

            ‘B-Boa tarde, nós estamos aqui atrás da garota que foi presa por roubo.’

            ‘Vós a prendestes aqui?’ – Guido chega após, questionando o guarda

            ‘Estás a falar da garota que roubou a horta do castelo?’ – Fala o soldado com a face não muito amistosa.

            ‘Sim, essa mesmo. Ela está?’ – Marle tenta obter alguma informação.

            ‘Está e ficará até amanhã pela manhã. O ducado pode ter acabado, mas ainda temos o dever de manter a ordem em Silves’ – O guarda senta em um banco.

            ‘Podemos falar com ela hoje? Uma visita...’ – Suplica Marle

            ‘Abrirei excepção para vós, mas apenas porque ela não cometeu um crime muito grave’

            O guarda levanta e pega um molho em cima da mesa e pede para que os dois o siga. Ele abre uma pesada porta de ferro e desce uma escada em espiral até o andar debaixo. Ele segue até a segunda cela e abre, dentro está Aya deitada no chão abraçada a uma melancia. Aya possui os olhos azuis escuros, diferentes dos de Marle que são da cor do oceano, os cabelos lisos e compridos até o busto, os de Marle só vão até o ombro, de cor um pouco estranha é algo parecido com um lilás, Marle se não soubesse que aquilo é natural, diria que é tintura. Seu rosto é macio e delicado, sua expressão dá uma sensação de inocência apesar de todo o seu corpo transmitir exatamente o contrário.

            ‘Aya! Larga essa melancia!’ – Marle dá um grito.

            ‘Esse foi o motivo no qual resolvemos deixá-la presa até amanhã, tentamos de todas as formas fazê-la largar a melancia, mas parece algo impossível’ – Fala o guarda mais à vontade.

            ‘E vou continuar sem largar. “Malancias” estão extintas. Algum ser maligno deve está acabando com todas’ – Fala Aya levantando-se.

            ‘Vamos Aya, largue essa melancia para nós irmos.’ – Guido se aproxima de Aya.

            ‘É, Aya’

            ‘Mas... e minha “malancia”?’ – Aya faz uma cara de choro.

            ‘Nós procuraremos outra, mas, por favor, larga a porcaria desta melancia’

            ‘Aya, nós não temos o dia todo’ – Marle muda a voz.

            ‘Tá.. Eu largo, mas a gente tem que procurar uma ainda hoje’ – Aya solta a melancia e todos sobem para o andar onde está a saída. O guarda faz uma observação.

            ‘E vós dois, não quero mais saber de outro problema envolvendo essa garota estranha. Estais a ouvir?’

            ‘Certo, tu não verás mais essa garota metida em nenhuma confusão... Eu espero’ – Guido fala, saindo da sala do castelo.

           

OS TRÊS SE DIRIGEM CALADOS à cidade, até que Aya quebra o silêncio, perguntando a que horas iriam atrás da melancia, mas nenhum dos dois responde. A cidade está muito agitada devido aos preparativos da Feira que ocorrerá em breve, e sendo seu retorno, a preocupação é ainda maior. A Feira sempre foi realizada pelo ducado da cidade, mas desde que foi extinto parou de ser organizada, esse ano vai ocorrer com ajuda da Igreja da Sé de Silves. A Sé foi construída em estilo gótico, comum a todas as igrejas medievais, seu atual administrador é o pároco Lacerda. No meio da movimentação da Praça de Silves, um garoto aparentando ter oito anos de idade vem correndo em direção a Marle, chamando pelo seu nome.

            ‘Tia Marle..., Tia...’ - o garoto para na frente dela e pôs as mãos nos joelhos respirando fundo. Ele deve ter corrido a cidade toda atrás dela.

            ‘Olá, João. Aconteceu algo?’ – Marle se agacha.

            ‘Não tia, é porque a Senhora Sophia pediu para avisar-te para ir a casa agora’

            ‘Obrigado, João, pode ir brincar’ – Marle se vira para Aya e Guido. – ‘Vamos lá a casa, mamãe está a me chamar, deve ser algo importante’

            Os três caminham em algumas ruas até o lado leste, a sé ficava a oeste da cidade. A casa de Marle não é luxuosa, mas também não é pobre. Seu aconchego é ótimo se comparado ao restante da população portuguesa. A vida de Sophia e Marle em Silves, sempre foi apertada, mas nunca a ponto de ser sofrida. Marle entra na casa e corre para abraçar sua mãe que está escorada em uma mesa. Em cima da mesa há um pacote que Marle nunca tinha visto, mas releva falar algo sobre.

            ‘Mãe, deixa eu lhe apresentar o Guido, aquele rapaz de Braga no qual lhe falei’ – Marle vai até onde Guido está e o puxa pela mão até Sophia.

            ‘Boa Tarde... Meu nome é Guilherme Fernando Andrade Ferazza Sauvage de Guimarães, sou natural de Braga, minha família é aspirante a receber um título de ducado, devido sua enorme permanência em Braga, que pode ainda demorar muito. Mas eu decidi vir morar aqui em Silves.’

            ‘Bom rapaz, Sophia Sequeira Navarro, mas use apenas Sophia, sem nenhum tipo de cerimônia, ou até mesmo, Tia, como faz Aya. Tu és um rapaz muito corajoso, vir do norte de Portugal até o sul, por acaso aconteceu algo lá?’ – Sophia sempre foi inconveniente no aspecto de passado das pessoas.

            ‘Talvez sim, mas é algo que não quero falar...’

            ‘Foi um prazer conhecê-lo. Marle, tu sabes que amanhã é teu aniversário, não é?’

            ‘Claro, mãe’

            ‘Pois bem, aqui está teu presente’ – Sophia pega a caixa e abre. Dentro está um colar com uma jóia vermelha, um diamante. O desenho da pedra é estranho, foi lapidado com várias pontas, lembrando bastante uma figura geométrica. A jóia não era grande, não chegava a ser maior que um polegar. Marle ao ver o colar abre um sorriso imenso e seus olhos se enchem de lágrimas. Ela pega o colar e coloca em seu pescoço e Sophia a ajuda.

            ‘Mãe, onde a senhora conseguiu esse colar? É diamante. Parece ser caro...’ – Marle hesita por um instante – ‘Não me diga que gastou dinheiro à toa com ele...’ – Marle muda a expressão do seu rosto. Sophia sorri e fecha os olhos pegando nas mãos de Marle.

            ‘Não se preocupe, minha filha. É um presente que eu tenho guardado pra ti desde que tu nasceste.’

            ‘Mãe... Eu te amo!’ – Marle pula nos braços de Sophia e deixa uma lágrima escorrer pelo rosto.

            ‘Tia? Tem “malancia” na dispensa?’ – Aya interrompe o momento. Marle solta Sophia e vai para perto de Aya.

            ‘Está certo, Aya, vamos atrás de melancia’ – Marle volta a Sophia – ‘ Mãe, nós três iremos atrás de melancia para a Aya, hoje ela se envolveu em uma enorme confusão por causa disso.’

            ‘Certo, mas vós sabeis que não é fácil achar melancias nessa época do ano, elas costumam brotar entre Novembro e Junho’

            ‘Preocupa não tia, a gente vai achar um pé de melancia’ – Fala Aya colocando a queixo sobre o ombro da Marle – ‘Elas estão extintas, mas vamos achar’

            ‘Pé de melancia? Mas são plantas rasteiras...’ – Sophia faz uma cara de desaprovação.

            ‘Vejo logo que você não entende nada de plantas... Aiaya...’

            ‘Crianças...’

Após alguns minutos os três saem da casa e entram em uma rua que termina no portão leste da cidade. Ao chegar lá, Marle escuta a voz de sua mãe e olha para trás. Sophia vem correndo e gritando pelo nome de Marle, a expressão no seu rosto é de espanto. Ao se aproximar uma pessoa surge entre elas vestindo uma capa preta, segurando uma espada. Sophia pára de correr e encara o ser estranho.

            ‘Mãe... Mãe... O que está acontecendo? Fuja...’

            A pessoa que porta a espada levanta e crava na barriga de Sophia. Ela por sua vez, permanece em silêncio. O ser retira a espada. Sophia cai de joelhos olhando para o rosto de Marle.

            ‘Mãe...’ – Começam a cair lágrimas em seu rosto. Ela tenta correr, mas fica paralisada, ao olhar para trás, nota a falta de Aya e Guido, e vê um vulto segurando seu corpo.

            ‘Marle... Marle...’ – Sophia diz ao longe dela. Marle fecha os olhos sonolentos. Quando abre, está deitada no chão, Guido está com as mãos nos seus ombros tentando reanimá-la. Ela se levanta repentinamente e pergunta o que aconteceu.

            ‘Do nada, tu paraste e fechaste os olhos, depois começaste a chorar e gritar para trás. Antes que caíste, eu te aparei’

            Marle nada comenta sobre o acontecido, apesar de Guido não parar de perguntar a ela se está bem. Por sua vez, Aya nem parece ter dado conta do incidente. A mente de Marle fica totalmente transtornada, não era a primeira vez que acontecia algo parecido, mas fazia muito tempo que ela não tinha aqueles sonhos, e o que mais deixava preocupada era que quando criança, esses sonhos sempre aconteciam na vida real. Seria tal tipo de poder oculto? O estranho é que Marle sabe que ela tem um poder a mais, uma espécie de sentido no qual ainda não tinha dominado. Guido fica muito preocupado com a maneira que ela leva aquele seu comportamento e decide ficar o máximo possível perto dela. Ele não é natural dali. Faz uns seis meses, ou mais, que ele se mudou pra lá, conhece Marle a quatro, mas ainda assim não saberá reagir se ela tiver outro surto desse. Após um pequeno período de caminhada, Marle pede para parar um pouco, pois ela está com dor de cabeça. Guido pergunta se ela não quer voltar pra casa. Marle responde que não.

domingo, 9 de novembro de 2008

Back to Sea...

2 reclamações


Argh @_@
Pensei que eu fosse conseguir passar um tempo longe daqui.
Esqueçam o Post abaixo.

Aqui estou eu novamente com minha vida nada interessante. Mas, como é de fato, lá vou eu para a minha penitência.

“Porque espera estar errado, e ignora cada erro que ela faz. E quando ela te surpreende, volta a te conquistar. E fica sem motivos para achar que ela não serve para você.”
"Eu sei como é se sentir extremamente pequeno e insignificante. E como isso dói em lugares que você nem sabia que tinha em você. E não importa quantos cortes de cabelo, quantas academias você frequenta, ou quantas garrafas você toma com os amigos. Você continua indo pra cama todas as noite, repassando os detalhes, e se pergunta o que fez de errado. Ou como pode ter entendido errado...”
 The Holiday(O Amor Não Tira Férias),2006.

Um filminho interessante, que o Victor me fez assistir. Na verdade perfeito. Talvez porque minha situação se assemelhe bastante a da personagem de Kate Winslet. E tô feliz, um pouco confiante talvez. Convicto seria a palavra ideal, de que o final dessa minha maldita, sei nem explicar o quê... Mas tenho quase certeza que está perto de acabar. Não sei se bem como eu queria ou se bem como eu não quero. Parece meio que contraditório, mas é isso mesmo. Mas eu não consigo dar o maldito passo inicial. Tem que ser num momento de raiva, então eu jogo tudo na cara, falo tudo que tenho pra falar, descarrego o que tá engasgado durante esses dois anos e vou viver minha vida. Tá bom, preciso de algo chamado coragem. Sempre eu estou achando que juntei forças o suficiente pra fazer o que eu já tinha feito a muito tempo e no "vamo vê" lá vai aquela velha história contada desde 1991, na qual eu logo caio de amores de novo, sou novamente reconquistado pela enésima vez. Malditos cromossomos. Pior que não posso culpar meus genes, até porque minha mãe é uma geleira em pessoa, pelo menos agora é, não sei quando era mais jovem, mas pelo que ela me fala também era uma geleira, e meu pai... Nem sei. Mas acho que sentimento não era com ele. 
E eu um idiota, argh, com um mundo imenso cheio de pessoas beeeeeem mais interessantes, não consigo me desligar de um ser que não merece ao menos a minha atenção. Também não posso dizer que ajo por impulso, porque eu penso 187 vezes antes de fazer algo, na maioria das vezes pelo menos, porque as vezes acontece de eu planejar tudo que eu vou fazer e na hora não dá nada certo. Sei lá o que eu estou escrevendo aqui. Ninguém lê mesmo. u_u
E eu sou tão retardado que monto uma música especialmente. Chama-se "Não mais puder voar". E tenta roubar que leva processo. Não que a música seja boa. Acho que tá um cu cagado. Mas eu fiz com carinho(até mais do que o necessário, se levar em consideração pra quem foi feita) e é isso que importa. Abaixo a letra. faz 1 ano e meio que eu toco violão e até hoje num sei fazer uma pestana que preste. E minha voz é a coisa mais intolerável e horrível que existe. Bom, eu disse que só ia postar aqui quando eu tivesse tocado pra quem a música foi feita. A resposta é, sim toquei. Mas eu não tive coragem de dizer "Eu fiz pra ti" ou então "Presta atenção nessa música". Nãããão. Eu invento de tocar mesmo na hora que ela está totalmente distraída vendo justamente o que me motivou a fazer a música, na Internet e eu começo a tocar. No fim, nem deve ter escutado e lá se foi mais uma tentativa minha de acabar com isso. O dia passou e eu, novamente, não dei um rumo pra minha vida. Igual a este blog.  Provavelmente vai virar mais um daqueles que ninguém olha *num vai mudar nada* e o dono começa a utilizar como se fosse 
uma consulta a um psicanalista. E não, eu não estou em depressão. Tô muito bem até. Como eu disse, convicto que o fim está próximo.  Parece até um prelúdio do Apocalipse. Mas não. Minha música não é um prelúdio, é só uma música de um amador mesmo. Então não há nada de interessante nela. Letra abaixo. QUE MERDA, não sei porque saiu todo com delay o video. ¬¬
Mas para não atrasar mais o post, pois quero dormir, fica por enquanto esse daí. Depois eu upo um melhor e dou um UPDATE aqui. ;)


UPDATE: Vídeo reupado sem delay. :D



Não Mais Puder Voar-

Tentar me esquecer
Um erro na sua vida
Eu tento me compreender
Porque eu quero você

As vozes sopram ao longe
A imagem da distância
Bem além do horizonte
Onde a dor se esconde

Eu vejo o céu
Eu vejo o luar
Você pode estar fugindo
Pra beleza de um lugar
Onde o amor e a vergonha 
Não possam te alcançar
Mesmo com toda esta fuga
Você não deixará de me amar

Lágrimas de sangue
Como posso esconder?
Por toda minha vida
Eu esperei por você

Minha mente tão insana
Não vai poder suportar 
A palavra solidão
Quando eu não mais puder voar...

Eu vejo o céu
Eu vejo o luar
Você pode estar fugindo
Pra beleza de um lugar
Onde o amor e a vergonha 
Não possam te alcançar
Mesmo com toda esta fuga
Você não deixará de me amar

O sonho terá que acabar
Nem mesmo o mar pode enfrentar
E quando você voltar
Pode não mais me encontrar...

Eu vejo o inferno
Eu tento mudar
Sem você na minha vida
Meu mundo vai acabar
Sem direito a despedidas
Você vai me abandonar
Mas, amor, então entenda
Se não for eu quem é que vai te amar...

Sim, 
Será sempre assim
Até o fim
Bem perto de mim...

Não,
Eu peço perdão
Não solta minha mão
Não foi nada em vão...

PS. Um obrigado ao "Homem de lata", anônimo, que leu o blog sem precisar eu estar pedindo pra ler. Pelo menos ele deixou um comentário dizendo que leu. E isso me deixou bastante feliz. :D
Obrigado "Homem de Lata".

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